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Como desenvolver e cultivar o comprometimento?

[Por André Melo]

Muitas organizações tentam integrar o marketing da sua marca à estratégia corporativa, assegurando que todos os processos, desde o desenvolvimento de produtos, a manufatura, o marketing, vendas e a seleção de canais de distribuição estejam consistentes com a meta final, que é ter consumidores, colaboradores e fornecedores leais e satisfeitos. Grande parte dessas empresas já percebeu que a maneira mais eficiente nesse sentido é engajá-los em seus valores.

De forma resumida, fazer os melhores produtos ou oferecer os melhores serviços pode ser a melhor maneira de assegurar uma boa lucratividade, mas nem sempre garante que seus colaboradores e fornecedores vão querer trabalhar a seu favor. Essa é a razão pela qual as áreas de recursos humanos e comunicação (interna e externa) devem reconhecer que os efeitos percebidos de um lado podem definitivamente ter impacto no outro.

Se você produz bons produtos ou serviços e não tem as melhores práticas de RH, está cometendo um erro. O engajamento de colaboradores e fornecedores leva a comprometimento. Um funcionário comprometido não é aquele que trabalha horas depois do expediente, nos fins de semana ou leva lição para casa. Esses hábitos degradam a qualidade de vida e podem ter impactos negativos a médio e longo prazo. O comprometimento é claramente manifestado em crises ou em situações especiais não previstas, quando fatores como a qualidade das entregas e o atendimento de metas e prazos correm risco.

Ninguém duvida que colaboradores e fornecedores comprometidos levam a bons resultados. Como desenvolver e cultivar o comprometimento? Um bom caminho é executar um plano de comunicação interna consistente, associado a uma estratégia correta de engajamento.

Várias empresas cometem o erro de acreditar que o engajamento brota de forma espontânea, apenas pelo orgulho de trabalhar para uma marca reconhecida ou pelo pacote atraente de remuneração. Investem tempo e dinheiro criando intranets, portais e redes corporativas sem interatividade, sem mecanismos de troca e colaboração. São estruturas com corpo, porém sem alma. O resultado disso é um baixo engajamento e comprometimento de colaboradores e fornecedores.

Existem técnicas, metodologias e tecnologias modernas para identificar, motivar, medir e monitorar o engajamento, promovendo a comunicação, a colaboração e o engajamento.

Publicado originalmente em: Redes Sociais Corporativas

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A imagem do post é baseada na história do porco e da galinha

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