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Funcionários aprovam adoção de ferramentas sociais

Ainda hoje existem muitos empreendedores que demonstram receio ao liberar o uso de redes sociais no trabalho. Esse tipo de pensamento, focado apenas no problema, faz com que as empresas subestimem a capacidade criativa e de mobilização coletiva das pessoas. Nesse contexto, a IBM revelou o resultado de uma pesquisa chamada “The enterprise of the future”. O documento apontou cinco tendências que estimulam a adoção de ferramentas sociais:

  • As empresas são famintas por mudanças;

  • Inovação de fora para dentro;

  • Empresas globalmente integradas;

  • Empresas disruptivas por natureza;

  • Pensam na sustentabilidade e no longo prazo.

Dados os estímulos, o documento ainda lista dez motivos para adoção de ferramentas sociais:

1) Acesso facilitado ao conhecimento

Ferramentas como uma rede social corporativa permitem a criação de um ambiente virtual em que é possível a troca de ideias. Além disso, a partir do momento em que o material é publicado, ele fica disponível para consultas e a comunicação com flui com mais facilidade.

A Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) percebeu que possuía um grande desafio em conectar os representantes das suas 34 federações espalhadas pelo país, além do sistema S – Sesc e Senac. A partir do momento da percepção desta dificuldade, iniciou-se a busca por uma solução que contemplasse as necessidades de comunicação e integração da confederação, principalmente a interação entre representações, sindicatos da categoria e sistema S.

2) Pessoas gostam de redes sociais

Mais de 80% dos brasileiros que possuem acesso à Internet estão presentes em alguma rede social. O país está entre os que mais gostam de interagir nessas plataformas. A  ComScore divulgou em 2015 a pesquisa “Futuro Digital em Foco Brasil 2015″ em que mostrou que os brasileiros gastam 650 horas por mês em redes sociais. Nossa média é 60% maior do que a do resto do mundo!

3) O caminho para a inovação é aberto

O espaço virtual fomenta, por meio das discussões, as novas ideias, uma vez que abriga diferentes opiniões e perspectivas.

4) Fim da barreira geográfica

Aqui, as empresas que possuem sede em diferentes lugares são beneficiadas. Com as plataformas sociais corporativas, é possível aproximar as equipes que não estão na sede.

5) Quebra de níveis de hierarquia

Na troca de informações, não haverá diferenças de níveis dentro da empresa. Os colaboradores interagem igualmente no ambiente virtual.

6) Comunicação direta

Não existe moderação. Aqui também há a diminuição da formação dos boatos.

7) Forma-se uma identidade pessoal

Os colaboradores podem mostrar quem são, por meio dos links e materiais que compartilham, e do tom de sua conversa em fóruns, por exemplo. Segundo Viviane Goulart, Gerente de Marketing e RH da Cianet, a empresa conquistou em 2015 o terceiro lugar do Great Place to Work apenas apostando em uma guinada cultural e de sua ‘cara’ social.

8) Acesso à referências

É como se fosse criada uma “biblioteca virtual”. A partir do momento em que se compartilham links, imagens, textos e vídeos, tudo pode ser acessado depois.

9) Política de portas abertas

Com a fluidez da comunicação pela adoção de ferramentas sociais, o gestor poderá notar e incentivar o senso coletivo de seus funcionários.

10) Tecnologia simplificada

Você não precisará ser um rato de tecnologia para se adaptar à sua rede social corporativa. Afinal, elas são super intuitivas.

Diante desse cenário, Angela Ashenden, analista principal da MWD Advisors, em artigo publicado no portal Information Week, destaca que o foco dos benefícios de adoção de ferramentas sociais depende dos desafios que a organização enfrenta – se é conectar uma grande força de trabalho distribuída para ser mais eficientes, ou estimular a inovação.

Ainda nessa análise, Ashenden reforça que um dos erros mais comuns é os empreendedores pensarem a rede social corporativa de maneira isolada. “Muitas plataformas de colaboração social são implantadas como ambientes independentes, obrigando a equipe a sair de seu ambiente de tecnologia de costume – como o e-mail, por exemplo -, a fim de se entender com a nova plataforma”, afirma. Dessa forma, aconselha-se a implantação gradual dessas ferramentas sociais.

Além disso, a analista recomenda que, ao escolher a ferramenta social para sua empresa, você precisa ter certeza de que a tecnologia oferece os recursos sociais que você necessita e espera.

“Pense em como você pode integrar ferramentas de colaboração social com os seus processos de negócios existentes, e desafiar os vendedores para ajudá-lo a fazer isso de uma forma gerenciável e de baixo custo. Isso vai fazer com que o processo de implantação seja muito mais suave”, pontua.

E você, ainda tem dúvidas sobre a adoção de ferramentas sociais? Compartilhe seu relato conosco nos comentários! Você também pode pedir uma demonstração gratuita do SocialBase clicando abaixo.

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