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Gamificação: soluções e desafios aos negócios

Todos os dias entram no mercado novos profissionais, mais novos, mais inquietos e principalmente conectados com tudo e com todos. É a geração Y, literalmente, invadindo a sua praia. E agora, você está preparado para recebê-los e engajá-los à sua empresa?

Funcionários engajados são de grande valia e desejáveis a qualquer empresa, pois além de advogar à ela nas redes sociais, esses colaboradores terão prazer em defendê-la frente a um cliente insatisfeito ou mal informado. Construímos o mundo ideal, mas, então, como fazê-lo de fato. Simples! Gamificação!

Gamificar algo, é basicamente aplicar técnicas derivadas de jogos a ações do cotidiano, desde completar uma tarefa no seu escritório ou comprar um lanche na esquina. Em outras palavras você vai divertir ou premiar alguém para ele executar ou comprar algo de você.

Na prática, participamos de ações de gamificação todos os dias. Se ao ao efetuar o pagamento no restaurante próximo do escritório, você ganhou um cartão para carimbar, e, quando completo será “premiado” com uma refeição grátis, parabéns você está “competindo” em uma ação gamificada. Talvez a mais clássica delas, a troca por meio de brindes.

Jogar: uma necessidade

Segundo o Gartner Institute, já no próximo ano, 70% dos negócios globais estarão utilizando gamificação para promover suas marcas, fidelizar clientes e colaboradores. Outro dado destaca: em 2016 o mercado de gamificado movimentará US$ 2,8 bilhões anuais. Números expressivos, mas, por que aplicá-la ao meu negócio?

piramidePara o psicólogo Abraham Maslow, o ser humano é motivado seguindo suas necessidades de maneira hierárquica (teoria da Hierarquia das Necessidades), onde as fisiológicas são as necessidades primárias e as de autorrealização são as finais. Cada uma delas com influência direta na motivação e na realização do indivíduo que o faz seguir para as outras necessidades que marcam a escala. Ou seja, a aplicação da gamificação nos negócios justifica-se pela prática de jogar estar diretamente ligada às necessidades humanas.

Seguindo essa lógica podemos atrelar a satisfação de “zerar um jogo”, terminar uma maratona ou mesmo finalizar uma tarefa na empresa ao cume da pirâmide (a autorrealização), ou seja, entende-se que um indivíduo só é bem sucedido quando seus anseios são atendidos de maneira crescente.

Pode-se entender que gamificar uma ação pode não somente engajar um determinado grupo, como levar a eles o sentimento de satisfação, de superação. Em outras palavras, estimula-se as pessoas por meio de mecanismos de criação de jogos em atividades cotidianas de modo a torná-las experiências mais agradáveis e interessantes.

Ficou interessado? Confira aqui o webinar – Gamificação aplicado a vendas com com Cesar Barbado – Sócio-Fundador da TechFront – um dos estúdios mais produtivos de jogos no Brasil – pioneiro na aplicação da gamificação aos negócios.

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