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Gestão e comunicação: desafios diários do terceiro setor

De modo geral, o terceiro setor enfrenta diversos desafios, entre os quais é possível citar: identificar fontes de financiamento, elaborar propostas consistentes, captar recursos humanos e financeiros, e gerir organizações e projetos. Trata-se, contudo, de uma situação em que apenas as boas intenções não são suficientes para resolver o problema e enfim produzir benefícios sociais efetivos e de forma sustentável.

As ONGs brasileiras são bastante heterogêneas, fato o que permite a generalização a respeito de seus processos. Esse conjunto de instituições sem fins lucrativos pode abranger instituições de diversas naturezas, como meio-ambiente, cultura, profissionalização, e podem atingir diferentes públicos, como crianças, adolescentes ou idosos. Suas características de gestão ainda variam entre o voluntariado e o profissional, situação mais rara.

As organizações do terceiro setor podem ter em seu corpo de profissionais sociólogos, psicólogos, assistentes socias etc, mas em geral essas pessoas têm pouco conhecimento da área de gestão, o que pode ocasionar diversos problemas, como aqueles já citados. Entre os desafios cotidianos, a comunicação também ganha destaque. Geralmente, esta área é destinada à divulgação de atividades da organização, com objetivo de obter apoio para suas causas e atividades, além de buscar maior mobilização. Trata-se, portanto, de um setor igualmente importante, tanto internamente, quanto externamente e que merece atenção dos gestores e colaboradores.

O Centro Cultural Escrava Anastácia (CCEA), ONG sediada em Florianópolis (SC) com objetivo de defender os direitos humanos e a inserção de jovens no meio social e no mercado de trabalho, adotou recentemente uma rede social corporativa, que já está transformando a cultura organizacional da entidade. O CCEA implantou a rede com o objetivo de aproximar unidades dispersas, localizadas em bairros como Monte Serrat, Estreito e Capoeiras.

Além disso, a solução também está auxiliando na redução de custos, sistematização de dados e maior eficiência na comunicação interna e atualmente conta com o uso de quase metade de seus 80 funcionários. A meta é que até o final de novembro, 100% dos colaboradores estejam conectados e trazendo ainda mais benefícios para a ONG.

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