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Inovação: transformando processos corporativos

Os processos orientados ao social estão transformando abordagens corporativas tradicionais em diversas áreas nas empresas, como é o caso do fenômeno da consumerização e da adoção cada vez maior das redes sociais corporativas no ambiente de trabalho. Os profissionais devem acompanhar essa tendência e explorar as possibilidades que as novas dinâmicas de relacionamento podem oferecer.

A interação entre os usuários em uma rede social, por exemplo, pode gerar um importante insight, ou seja, podem criar um ambiente de fomento à inovação e criatividade, pois a troca de informações é mais constante e os profissionais se tornam mais próximos e integrados. Sabe-se que processo de inovação recebe influência do meio onde está inserido, portanto, é dependente da interação social. Nesse cenário, as redes sociais propiciam a construção do conhecimento, de forma determinante para o desenvolvimento de inovações. O conceito de inovação pode ser abordado por diferentes óticas, nos processos corporativos. Confira alguns deles:

Open innovation: modelo desenvolvido dentro do contexto de globalização, baseado na partilha aberta de informações, com o objetivo de produzir conhecimento. Esse modelo se sustenta na colaboração em rede dentro da empresa, com fornecedores, clientes, universidades, entre outros. A partir desse conceito, a inovação deixa de ser uma área limitada aos departamentos de pesquisa e desenvolvimento e passa a ser buscada por todos os braços das organizações.

Funil da inovação: conceito que minimiza falhas e desperdício de recursos. Em cada etapa de um processo, você pode avaliar os custos e a viabilidade do produto ou serviço que você está criando, antes que o seu orçamento se esgote. É possível recalcular e ver se vale a pena prosseguir.

Embora seja clara a estratégia de se investir em ferramentas que incentivem a inovação, algumas empresas ainda têm receio, com base na sua cultura organizacional mais tradicional. O desafio é criar tecnologias que gerenciem a troca de informações realizadas nessa mídia de forma segura e efetiva. É importante destacar que políticas prudentes, claras e disciplina, entre outros aspectos podem auxiliar nesse processo. As organizações precisam de uma estratégia que lhes permita usufruir do melhor que as dinâmicas de relacionamento criadas pelas redes sociais podem oferecer.

Como então lidar com a demanda dos consumidores e das empresas pela inovação e, ao mesmo tempo, fazer o negócio prosperar do ponto de vista financeiro?

1- RECICLAR: pegar uma ideia que já existe e aperfeiçoá-la, poupando o insight inicial, ou seja, é um passo a menos para dar. É preciso ter boa visão de negócio para aprender com os erros dos outros e visualizar com antecedência o que o consumidor almeja.

2 – INOVAR: é importante que, durante o processo de criação, não se desperdice recursos; e planejar bem o processo de implantação, isto é, transformar em algo palpável e lucrativo uma ideia que por enquanto está só no papel.

As informações trocadas no ambiente da rede social pode ser usada para proporcionar mais agilidade nos processos operacionais de empresas, facilitar o comprometimento dos funcionários, consumidores e parceiros corporativos, e, principalmente, criar oportunidades de negócio inovadoras. Nesse contexto, a interação é a peça fundamental, fonte da inovação em seu conceito mais essencial. Por isso, as redes sociais representam atualmente a melhor plataforma de interação para as empresas interessadas em inovação aberta.

Como a sua empresa incentiva a inovação? Quais são as ferramentas e costumes mais efetivos? Compartilhe sua experiência com a gente.

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