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Meu perfil na empresa: identidade nas redes sociais como ferramenta de RH

Uma empresa não é definida somente pela estrutura física e econômica. A identidade de uma organização atual está intimamente ligada aos funcionários que possui. Cada funcionário possui interesses, temperamentos e características próprias – questões que o setor de recursos humanos (RH) deve sempre levar em conta na hora de criar ações de melhoria do clima organizacional. Quem trabalha com gestão de pessoas pode usar algumas ferramentas digitais como as redes sociais para conhecer, acompanhar e mapear os colaboradores.

Esse tipo de abordagem é comum antes da contratação, em processos seletivos, na hora de conhecer o perfil do candidato. Porém, estas informações podem ser úteis para quem está dentro da organização. Afinal, nas redes sociais, o colaborador tem espaço para publicar seus gostos e preferências, expondo um pouco do seu comportamento. Um departamento de RH pode usar essas características para conhecer melhor o corpo de funcionários e estimular competências que muitas vezes não aparecem no dia-a-dia de trabalho. Um trabalhador que mantém um blog pode ser convidado, por exemplo, a publicar um texto em uma publicação interna da empresa.

O uso e monitoramento das redes sociais não devem soar como vigia ou espionagem. Caso essa iniciativa seja adotada, é fundamental que toda a organização fique sabendo dela. Além disso, não é obrigação do colaborador deixar aberto seu perfil em qualquer rede social.

Uma alternativa ao montiramento de sites de relacionamento comerciais é o uso de ferramentas empresariais, como as redes sociais corporativas. Nelas, a interação entre colegas e a construção do perfil ficam mais salientes para os profissionais da área de gestão de pessoas. É possível ver, por exemplo, quais setores são mais colaborativos, quais funcionários compartilham mais conteúdo etc.

Com estas atitudes, seja numa rede social comercial ou corporativa, é possível criar projetos e programas para melhorar certas áreas da organização, como atividades de integração para setores que não trabalham tanto em equipe.

Você já teve alguma experiência dessas na sua empresa? Compartilhe conosco nos comentários!

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