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Mídias sociais no Brasil: não é preciso ter receio

Uma pesquisa recente divulgada pela consultoria Maksen mostra o quanto nosso país precisa caminhar em relação ao uso corporativo das mídias sociais. De cada dez executivos brasileiros, quatro acreditam que essas ferramentas não trazem nenhuma contribuição para a organização. O resultado indica um certo receio com a comunicação digital – uma boa oportunidade para quem percebe os benefícios das novas tecnologias e trazem a inovação para dentro da empresa.

Se no Brasil existe receio, em escala mundial as grandes marcas adotaram essas ferramentas como parte da estratégia de divulgação. É o que indica a pesquisa que mostramos aqui no blog: entre 100 organizações integrantes da Fortune’s Global 500, lista com as empresas mais lucrativas e relevantes do mundo, 87 usam pelo menos uma mídia social. Os benefícios – como visibilidade, engajamento e criação de diálogo com o consumidor – incentivam a adesão a esses serviços.

Pensar nas mídias sociais como aliadas não é exclusividade das grandes corporações. Nessa pesquisa feita pela Really Simple Systems na Europa, 63% das pequenas e médias empresas (PMEs) usam sites de relacionamentos no dia a dia. Entre os motivos apontados, destacam-se o contato com antigos clientes (fato que ocorre em 93% das entrevistadas) e a busca por novos compradores (78% das consultadas).

As perspectivas para empresas aderentes às mídias sociais fora do Brasil são animadoras. E os benefícios estão cada vez mais presentes: no blog, já citamos uma série de ações que podem ser feitas com ajuda dessas ferramentas. O empresário brasileiro precisa começar a ver a presença digital como um ativo da empresa, um meio poderoso e abrangente de divulgação e relacionamento. Além disso, esse tipo de rede ajuda a melhorar o relacionamento interno. Em resumo, a organização só tem a ganhar. Para isso, basta perder o receio.

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