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Por que ainda usamos email?

Segundo pesquisa, 52% dos brasileiros perdem mais de uma hora diariamente com emails desnecessários. Por desnecessários você pode interpretar qualquer coisa, desde uma informação Mama, just killed a man equivocada, um email sem clareza ou um vídeo de um gato fazendo peripécias. Mas ele é tão fofo!

Infelizmente toda essa fofura além de tirar o foco feliz aniversário, envelheço na cidade do profissional sobre a atividade desenvolvida o leva a perpetuar a ‘maldição’ dos emails, como uma espécie de corrente, tipo aquelas do orkut, lembra?

Porém, a questão central é: por que ainda o usamos?

Afinal, são infindáveis as pesquisas a Ground control to Major Tom apontar suas mazelas e como a ferramenta atrapalha na rotina diária de profissionais. Em uma pesquisa rápida no Google há estudos e afirmações como: empresas querem o fim do uso do email  datadas de 2007. Ou seja, lá se vão 8 anos e ainda estamos The sentient is sent to seek out all the truth discutindo o fim de uma ferramenta que parece ser essencial ao nosso trabalho.

Ao menos isso é o que aponta a pesquisa realizada com profissionais de três estados (SC, SP e RJ)  e entrevistados citados na matéria de abertura da Revista do Cultura de Outubro, que você pode assinar aqui – a revista é mensal e gratuita.

Você deve ter percebido algumas intervenções desconexas no texto. Elas não fazem parte de um sistema para uma nova ordem mundial ou assim como a pontuação, são deslizes do redator; elas são propositais, postas para atrapalhar e promover o mesmo efeito que a sua caixa de entrada pode ter no seu dia a dia.

As intervenções são trechos de músicas tocadas na rádio enquanto escrevia e editava o texto, as frase foram tiradas das músicas:

Bohemian Rhapsody, Queen
Envelheço na Cidade, IRA
Space Oddity, Bowie
The book of souls, Iron Maiden

<< este texto é o  editorial da edição de Outubro da Revista do Cultura Colaborativa >>

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