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Redes sociais corporativas: a evolução das intranets

No Instituto de Estudos Avançados (IEA), a principal dificuldade na comunicação interna era aproximar funcionários dispersos em três estados brasileiros: São Paulo, Distrito Federal e Santa Catarina. A solução adotada pela empresa foi a rede social corporativa, que atualmente conta com 131 membros e já contabiliza 8600 posts. Os benefícios encontrados? Melhoras na comunicação interna, de modo geral, e maior proximidade entre empresa, clientes e fornecedores.

O case ganhou destaque na edição mais recente da revista Mercado Brasil. Segundo a reportagem, as redes sociais corporativas atendem ao desejo latente pelo mundo digital no ambiente empresarial e unem a interação das redes sociais à integração da intranet para resolver gargalos na comunicação interna. Ainda de acordo com a revista, a principal diferença entre as redes corporativas e as redes sociais comuns é a participação exclusiva de colaboradores e, de modo optativo, de steakholders.

Entre os principais motivos apontados pelo diretor executivo da SocialBase, Radamés Martini, que fazem da rede social corporativa a evolução das intranets, estão: a interface amigável e o ambiente colaborativo, adaptado às demandas das organizações e que possibilita dar voz aos colaboradores. A reportagem também destaca que as redes sociais funcionam como uma vitrine de notícias, que possibilita o compartilhamento de conteúdo em diferentes formatos (vídeo, imagem e etc), fator importante para a gestão do conhecimento e para a quebra de hierarquia na comunicação.

Para Martini, as redes internas também podem ser vistas como banco de talentos e auxiliam na interação de grupos geograficamente distantes, como é o caso do IEA. Além disso, por conta do conteúdo armazenado na rede, a curva de aprendizado dos funcionários tende a diminuir, visto que as dúvidas são sanadas como muito mais agilidade e variedade de fontes.

Para conquistar todas essas vantagens e poder afirmar que a implantação de uma rede social corporativa se tornou um sucesso, a reportagem afirma que as empresas deverão ter consciência que trata-se de uma questão cultural. Por isso, é preciso instigar a participação, por meio de divulgação, de modo a “vender” a ideia aos colaboradores.

Como saber se é a hora de implantar? Assim que as empresas observarem falhas e gargalos na comunicação interna e baixa disponibilidade de materiais e de informações, pontos que afetam diretamente a produtividade dentro das organizações. A revista Mercado Brasil também aponta dicas para tornar a ferramenta colaborativa mais atrativa. Confira na reportagem: http://issuu.com/editora-mercado-brasil/docs/mb_101

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