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Será o fim do e-mail?

A facilidade com que os e-mail acumulam na caixa de entrada pode assustar e até ser motivo de pânico para aqueles que não estão acostumados com o alto fluxo de mensagens, que podem ser enviadas e recebidas, tanto em um correio pessoal, como corporativo. Quando trata-se de uma empresa, ficar até mesmo um dia sem checar os e-mails pode significar horas perdidas no dia seguinte, correndo atrás do prejuízo, tentando conferir todas as mensagens não lidas, em meio a uma verdadeira poluição informativa.

Deixar a caixa de entrada limpa, com todos os e-mails lidos, sem mensagens perdidas na caixa de spam pode ser bastante trabalhoso e por isso, muitas empresas têm adotado políticas com o objetivo de diminuir e até extinguir o uso do e-mail, como é o caso de Thierry Breton, CEO da Atos, empresa líder do setor de TI, que afirma que “o email está morto” e encoraja seus funcionários a abolir uso de e-mail dentro de empresas.

Para o meio corporativo, além da integração de aplicativos como chats, uma das alternativas que podem auxiliar na redução ou eliminação do uso do correio eletrônico é a adoção das redes sociais e, mais especificamente, das redes sociais corporativas. Esse canal apresenta várias vantagens em relação ao e-mail, entre elas visibilidade, usabilidade e relevância:

Visibilidade: nas redes sociais, a mensagem não fica escondida na caixa de entrada de uma única pessoa, que pode não estar com acesso direto a ela. Quando publicada na rede, a mensagem ganha alta visibilidade, podendo ser visualizada por muitas pessoas, que também poderão respondê-la, o que não aconteceria, se ela ficasse na caixa de entrada de uma única pessoa, que está com acesso restrito ao e-mail, por exemplo. Além disso, todo o histórico relativo a essa mensagem fica arquivado e é possível acessá-lo a qualquer instante, acompanhando, inclusive, quem participou do diálogo e o que foi feito a respeito. Isso reduz muito sua lista de tarefas, poupando um tempo precioso.

Dividir e organizar: as redes sociais são baseadas no conceito de grupos, separando áreas de trabalho, de acordo com a demanda: projetos, RH, eventos, entre outros. Isso torna a busca muito mais específica porque você irá visualizar primeiro as mensagens daquele grupo que é prioridade pra você, onde está o seu maior interesse. A triagem de mensagens ainda é mais facilitada, pois geralmente os recados não lidos ficam separados, em destaque.

Relevância, sem individualidade: diante do acumulo de e-mails, nota-se que muitos deles não são de interesse direto. Na caixa de entrada é difícil detectar quais são os recados que realmente são relevantes, quais devem ser lidos com atenção e quais podem ser “lidos por cima” ou até ignorados. Por trabalhar com grupos, as redes sociais possibilitam que qualquer pessoa que tenha conhecimento suficiente possa responder uma questão enviada para o grupo, sem ter que aguardar pelo retorno de uma única pessoa.

Fique offline com tranquilidade

Resumidamente, as redes sociais pegam pilhas de e-mails acumulados em uma caixa de entrada e transformam em grupos de recados não lidos, que já possuem marcas de urgência ou relevância. Esse tipo de facilidade tem transformado os processos de trabalho, de comunicação e de interação via e-mail. A organização e estipulação de prioridades, nesse caso, não precisa ser feita por uma pessoa, ela é feita por um grupo, direcionando a sua busca e poupando muito tempo.

Imagem: VisibleGains.com

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